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Tragédia na Venezuela: Agência dos EUA alerta para risco de até 100 mil mortes após fortes terremotos

Sistema Pager do Serviço Geológico dos Estados Unidos emite alerta vermelho e projeta danos devastadores após tremores consecutivos no país vizinho
Uma sequência devastadora de terremotos que atingiu a Venezuela gerou uma grave projeção de impacto humanitário e econômico. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) emitiu um alerta vermelho por meio de seu sistema Pager, estimando que o desastre natural possa deixar entre 10 mil e 100 mil vítimas fatais.
De acordo com a agência governamental norte-americana, a gravidade da situação exige atenção internacional imediata devido ao alto potencial de destruição em áreas densamente povoadas e com infraestrutura vulnerável.
A avaliação estatística do USGS aponta para cenários críticos de probabilidade, indicando um risco considerável de que a tragédia assuma proporções históricas.
Além do colapso estrutural imediato de edificações, os especialistas dos EUA alertam para fenômenos secundários graves nas regiões afetadas.
Segundo o relatório técnico, há o risco iminente de grandes deslizamentos de terra e processos de liquefação do solo, dinâmica geológica que faz o terreno perder sustentação e apresentar estabilidade reduzida, funcionando de forma semelhante a uma areia movediça.
Os fortes terremotos que atingiram a Venezuela repercutiram intensamente no Brasil. Moradores de várias cidades da região Norte do país viveram momentos de susto e precisaram evacuar edifícios por precaução.
Cidades brasileiras afetadas
O reflexo das ondas sísmicas cruzou a fronteira e foi sentido principalmente em áreas de quatro estados:
- Amazonas: Manaus (com relatos fortes nos bairros Ponta Negra, Adrianópolis, Parque 10, Dom Pedro e Vieiralves), além dos municípios de Barcelos e Iranduba.
- Pará: Belém (bairros Umarizal, Jurunas, Cremação e Pedreira tiveram prédios evacuados) e Santarém.
- Roraima: Boa Vista.
- Amapá: Macapá (onde pelo menos três prédios foram evacuados).



