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Advogado de Trump alerta sobre posições contraditórias do Brasil em relação as ordens judiciais de Moraes

Advogado de Trump alerta sobre posições contraditórias do Brasil em relação as ordens judiciais de Moraes
Publicado em 14/07/2026 às 23:31

Nesta terça-feira 14/07, o advogado de Trump, Martin De Luca, revelou que o Governo brasileiro (AGU) tem posições contraditórias sobre as ordens judiciais de Alexandre de Moraes, dependendo do público:

1-Para o Departamento de Justiça dos EUA: o Governo brasileiro afirma que as ordens dos tribunais brasileiros valem apenas dentro do Brasil, não têm efeito extraterritorial e precisam ser formalizadas via MLAT ou Convenção de Haia (canais oficiais de cooperação internacional).

2-Nos tribunais americanos: o mesmo Governo brasileiro pede o arquivamento de um processo contra Moraes alegando que as ordens dele (enviadas por e-mail para a Flórida) são atos soberanos do Brasil e, portanto, não podem ser questionadas por juízes americanos.

CONFIRA A POSTAGEM DE MARTIN DE LUCA NAS REDES SOCIAIS:

O argumento central de MARTIN DE LUCA:

-Não se discute o direito de Moraes aplicar a lei brasileira dentro do Brasil.

-O problema é outro: um juiz estrangeiro não pode enviar ordens por e-mail diretamente para empresas americanas (nos EUA) exigindo censura de conteúdo, entrega de dados e restrições de pagamento a usuários e plataformas americanas, ignorando as leis e autoridades dos EUA.

-Isso seria uma violação da soberania americana. A soberania brasileira não dá ao Brasil o direito de impor censura ou obrigações dentro do território americano sem passar pelos canais oficiais.

A afirmação de DE LUCA defende que os EUA não devem aceitar que um juiz brasileiro (Moraes) estenda seu poder diretamente sobre solo e empresas americanas via e-mail, e critica o Governo brasileiro por usar argumentos opostos conforme a conveniência.

É uma posição jurídica em defesa das plataformas (como Rumble/Trump Media) contra as ordens de Moraes nos EUA.