Notícias

Trump afirma que China interferiu nas eleições americanas e que Maduro fraudou sistema para se reeleger

Trump afirma que China interferiu nas eleições americanas e que Maduro fraudou sistema para se reeleger
Publicado em 17/07/2026 às 11:01

Em pronunciamento à nação, presidente revela documentos desclassificados e aponta interferências estrangeiras, incluindo alegações contra o regime de Maduro na Venezuela

O presidente Donald Trump afirmou, em discurso televisionado na noite de quinta-feira (16 de julho), que a China realizou uma das maiores violações de dados eleitorais da história americana. Segundo ele, Pequim obteve informações de cerca de 220 milhões de eleitores dos Estados Unidos de forma ilegal.

O relatório da CIA sobre fraude eleitoral na Venezuela
O relatório da CIA sobre fraude eleitoral na Venezuela
O relatório da CIA sobre fraude eleitoral na Venezuela
O relatório da CIA sobre fraude eleitoral na Venezuela

Detalhes revelados no pronunciamento Trump destacou que os registros incluíam nomes, endereços, números de telefone, preferências partidárias e outros dados sensíveis. Ele classificou o episódio como um pesadelo sem precedentes para a segurança eleitoral” e disse que a China designou uma unidade específica para explorar esses dados.

O presidente também acusou o governo chinês de ter atuado para minar seu primeiro mandato e a campanha presidencial de 2020, além de tentar influenciar as eleições de meio de mandato de 2018, quando os democratas assumiram o controle da Câmara dos Representantes.

Trump reforçou que os documentos desclassificados comprovam falhas graves na infraestrutura eleitoral americana, incluindo máquinas de votação eletrônica e sistemas de contagem. Ele argumentou que o sistema atual está exposto a ataques e manipulações, defendendo a necessidade de reformas urgentes para proteger a integridade das eleições futuras.

Além da China, o presidente mencionou o regime de Nicolás Maduro na Venezuela, acusando-o de ter fraudado o sistema eleitoral para se manter no poder.Medidas anunciadasDurante o discurso, Trump já havia determinado que o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (DNI), o Departamento de Justiça (DOJ), o FBI e a CIA investiguem como informações cruciais foram supostamente ocultadas por setores da inteligência. Ele pediu a demissão dos responsáveis por eventuais acobertamentos e a abertura de possíveis processos criminais.

O pronunciamento ocorre em meio a uma série de desclassificações de relatórios de inteligência sobre ameaças cibernéticas e interferências estrangeiras. Trump tem enfatizado a proteção da democracia americana contra influências externas, especialmente de adversários como China, Irã e Venezuela.

Essa iniciativa reforça o compromisso da atual administração com a transparência e a segurança eleitoral, temas centrais para restaurar a confiança dos cidadãos no processo democrático.