Esportes
Brics se transformou em importante protagonista na geopolítica mundial, diz Alckmin

Como anfitrião do evento em 2025, o Brasil convidou Belarus, Bolívia, Cuba, Nigéria, Casaquistão, Malásia, Tailândia, Uganda e Usbequistão para participarem de sessões de debates mais amplas.
Ricardo Alban, presidente da CNI, destacou que a participação dos representantes do Brics no evento é uma valorização do diálogo com o setor privado e reforça a importância do fórum para o comércio e investimentos intrabloco. “A CNI tem buscado a complementaridade de ações. Um dos objetivos é identificar sinergias com os mercados que já fazem parte do Brics e dos novos países do bloco”, pontuou.
O intercâmbio comercial entre os países-membros do Brics ainda enfrenta uma série de entraves apesar da força econômica dos países que compõem o bloco – juntos respondem por cerca de 40% do PIB global e por quase um quarto do comércio mundial de bens.
Conforme relatório elaborado pelo Conselho Empresarial do Brics (Cebrics), órgão oficial de representação do setor privado dos países-membros, há 24 barreiras não tarifárias – de natureza regulatória, sanitária, fitossanitária, técnica, aduaneira e administrativa – que comprometem as trocas comerciais intrabloco.
A Índia aparece com o maior número de barreiras (10), seguida por China (9), Rússia (5) e Brasil (3).
“O comércio intrabloco comporta possibilidade de crescimento significativo. A liderança do Brasil em fóruns globais relevantes permite a construção de pontes entre diferentes blocos geopolíticos e a CNI está trabalhando para a articulação coordenada e propositiva para aumentar o impacto das recomendações da iniciativa privada. Vamos fazer com o Brics o mesmo esforço que já temos com o Mercosul”, disse Alban.



