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Filme de Michael Jackson bate recorde e deixa Elviz pra traz- OFuxico

A cinebiografia “Michael” entrou para a história do cinema ao ultrapassar “Elvis”, lançado em 2022, e assumir o posto de segunda cinebiografia de maior bilheteria de todos os tempos. O longa sobre Michael Jackson arrecadou US$ 577 milhões desde a estreia mundial, em 24 de abril, segundo dados divulgados pelo Deadline.
Estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do Rei do Pop, o filme dirigido por Antoine Fuqua conquistou números expressivos tanto nos Estados Unidos quanto no mercado internacional. Até agora, a produção soma US$ 240,4 milhões em território americano e outros US$ 336,88 milhões no exterior.
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Com isso, “Michael” superou “Elvis”, protagonizado por Austin Butler, que encerrou sua trajetória nos cinemas com US$ 288,7 milhões arrecadados mundialmente.

Enquanto isso, “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia de Freddie Mercury lançada em 2018, continua na liderança do ranking. O filme estrelado por Rami Malek alcançou US$ 910,8 milhões em bilheteria global, segundo a Billboard.
Estreia histórica ao redor do mundo
Além do desempenho acumulado, “Michael” também registrou uma estreia histórica nas bilheterias. De acordo com o The Hollywood Reporter, o longa arrecadou US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 120,4 milhões em mercados internacionais apenas no primeiro fim de semana, totalizando US$ 217,4 milhões globalmente.
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O resultado garantiu a melhor abertura doméstica da história para uma cinebiografia. O filme ainda ultrapassou os US$ 80 milhões conquistados por “Oppenheimer” em 2023 durante o lançamento.
Além disso, “Michael” superou “Bohemian Rhapsody” e registrou a maior estreia mundial para uma cinebiografia musical.
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Fora dos Estados Unidos, o longa dominou 84 mercados internacionais. Segundo o Deadline, a França liderou o desempenho recente, arrecadando US$ 7,2 milhões apenas no último fim de semana.
O filme ainda conquistou a maior estreia para uma cinebiografia musical em 63 países, incluindo Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Brasil, Austrália, Espanha, Holanda e países do Sul da Ásia.
Agora, o mercado aguarda a estreia no Japão, prevista para junho, onde a expectativa também aponta para números elevados.
Polêmicas marcaram a produção
Mesmo com o enorme sucesso comercial, “Michael” enfrentou críticas durante a produção e após o lançamento. O principal ponto de discussão envolve a decisão dos produtores de retirar do roteiro referências às acusações de abuso sexual infantil feitas contra Michael Jackson no fim da carreira.
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Segundo informações do The Hollywood Reporter, o produtor Graham King e o estúdio Lionsgate fizeram mudanças importantes no filme, o que provocou atrasos no cronograma da produção.
O longa teve orçamento estimado em US$ 200 milhões.
Apesar da resposta positiva do público, a crítica especializada não reagiu da mesma forma. No Rotten Tomatoes, o filme aparece com apenas 35% de aprovação, classificação considerada “podre” pelo agregador de críticas.
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Ainda assim, os números de bilheteria mostram outro cenário. De acordo com o THR, “Michael” representa a maior estreia da Lionsgate desde a pandemia e já ocupa a sexta maior abertura da história do estúdio, atrás apenas de quatro filmes da franquia “Jogos Vorazes” e do último longa da saga “Crepúsculo”.
O filme também ultrapassou “Project Hail Mary”, estrelado por Ryan Gosling, e se tornou a segunda maior estreia do ano nos cinemas. Atualmente, apenas “The Super Mario Galaxy Movie” aparece à frente no ranking de arrecadação.



