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Rússia anuncia nova troca de prisioneiros com Ucrânia

Em 2 de junho, Kiev e Moscou concordaram em liberar todos os seus prisioneiros de guerra jovens ou feridos, além de devolver os restos mortais dos combatentes falecidos.
Este foi o único resultado concreto das negociações organizadas em Istambul por iniciativa dos Estados Unidos e com mediação turca.
As conversações não resultaram em avanços para uma trégua ou o fim definitivo das hostilidades.
A Rússia, que iniciou a campanha militar na Ucrânia em fevereiro de 2022, exige, para acabar com o conflito, que a Ucrânia ceda quatro regiões – Kherson, Zaporizhzhia, Donetsk e Luhansk -, além da península da Crimeia, anexada por Moscou em 2014.
Moscou também exige que Kiev desista do projeto de adesão à Otan. As condições são consideradas inaceitáveis pela Ucrânia.
Nesta sexta-feira, o Kremlin enfatizou que, neste momento, “não é possível” alcançar os objetivos estabelecidos na Ucrânia pela via diplomática, razão pela qual continuará com “a operação militar especial”, segundo o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov.



