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STF avalia prorrogar da domiciliar de Jair Bolsonaro por motivos de saúde

Relatório médico detalha agravamento de sintomas como fadiga crônica e crises de soluço; ministro Alexandre de Moraes estuda estender o prazo humanitário
O Supremo Tribunal Federal (STF) estuda estender o período de permanência do presidente Jair Bolsonaro em domiciliar. Diante do vencimento próximo do prazo inicial de 90 dias estipulado pelo tribunal, o ministro Alexandre de Moraes analisa a prorrogação da domiciliar humanitária concedida presidente.
A manifestação da defesa e a análise do STF têm como base técnica um relatório detalhado emitido pela equipe médica responsável pelo acompanhamento do presidente. O documento aponta que o isolamento e as restrições têm gerado reflexos diretos nas condições físicas de Bolsonaro.
O documento pericial e as manifestações nos autos destacam que a possibilidade de extensão da medida ocorre diante de um novo boletim médico que aponta crises severas de soluço, fadiga e oscilações de equilíbrio.
Esses sintomas clínicos são semelhantes aos episódios de obstrução intestinal crônica enfrentados por Bolsonaro em anos anteriores, agravados agora por oscilações na pressão arterial e sonolência severa induzida por fortes medicamentos.
O ministro Alexandre de Moraes aguarda a manifestação oficial da Procuradoria-Geral da República (PGR) para emitir o despacho definitivo sobre a renovação do prazo humanitário.



